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| SINAL AMARELO, QUASE VERMELHO! |
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Festinha irresponsável: Brasileiros relaxaram e número de vítimas de DSTs aumenta.
Levantamento do Ministério da Saúde revela que brasileiros RELAXARAM NA PREVENÇÃO E NO USO DA CAMISINHA e estão cada vez mais expostos às Doenças Sexualmente Transmissíveis.
As doenças sexualmente transmissíveis estão cada vez mais presentes na vida dos brasileiros e poucos se deram conta da gravidade de não praticar sexo seguro. Levantamento publicado no final de 2009 pelo MS mostra que 10 milhões de brasileiros já apresentaram algum tipo de DST ao longo da vida sexualmente ativa.
Analisando o comportamento sexual de pessoas entre 15 e 64 anos, a pesquisa descobriu que os homens são os mais afetados por essas doenças no país. Mais de 6,6 milhões de brasileiros já foram vítimas de pelo menos um tipo de DST ao longo da vida. O dado mais alarmante é que 18% deles nunca procuraram nenhum tipo de tratamento adequado para o problema. Entre as mulheres esse índice é menor: 11,4%. Apesar disso, cerca de 3,7 milhões de mulheres já tiveram ao menos um tipo de doença sexualmente transmissível durante a vida.
Outro dado estarrecedor é que os brasileiros estão praticando mais sexo casual e usando menos camisinha. Na edição de 2004 51,6% da população fazia uso frequente de preservativos. Na edição de 2009, esse número caiu para 46,5%.
Segundo alguns membros d Sociedade Brasileira de DST, uma pessoa que desenvolve algum tipo de DST tem até 18 vezes mais chances de contrair o vírus HIV.
O Brasil é um dos países em que a população mais tem informações sobre os riscos do sexo desprotegido. De acordo com a pesquisa do MS, mais de 96% da população sabe que o uso do preservativo é a melhor maneira de evitar a infecção pelo HIV. Segundo uma outra pesquisa realizada pela ONU em 64 países, apenas 40% dos homens e 38% das mulheres tinham conhecimento exato sobre como evitar a transmissão do HIV. Menos da metade do número do Brasil.
Contudo, os brasileiros estão se descuidando e deixando o uso da camisinha de lado.
Essa situação de vulnerabilidade expõe as pessoas com vida sexual ativa não apenas à AIDS, que é a mais grave e temida DST, mas também a dezenas de enfermidades que podem causar males igualmente nocivos à saúde. De acordo com o Programa Nacional de DST/Aids, a clamídia é a doença que mais afeta os brasileiros todos os anos. São quase 2 milhões de brasileiros que se descobrem vítimas da doença anualmente. A enfermidade se manifesta, geralmente, como uma infecção do colo do útero entre as mulheres, podendo até haver também envolvimento do útero e das trompas. No homem, a clamídia provoca uma inflamação na uretra, o canal que faz a ligação entre a bexiga e a extremidade do pênis, atrapalhando a saída da urina.
Com as proximidades das festividades momescas, o famoso carnaval, que no Brasil é um evento de clamor popular e faz parte do calendário oficial de feriadões do país, a preocupação aumenta nesse sentido de que as doenças sexualmente transmissíveis se proliferam de forma mais descontrolada, já que os a maioria dos foliões acaba, deixando de lado os cuidados mais básicos de prevenção, por exemplo o uso do preservativo.
Como as festas carnavalescas tem um apelo sensual e a sexualidade fica “mais acesa”, as relações sexuais acabam se tornando mais freqüentes e com um número maior de parceiros, aumentando a incidência dessas doenças.
Muitos dos “desavisados”, ou melhor avisados preguiçosos e descuidados, acabam cometendo graves erros que podem transformar a sua vida para sempre, em alguns casos podem levá-los à óbito, em situações onde há infecção pelo vírus HIV, e dependendo da situação imunológica do organismo infectado, os tratamentos podem ser inócuos, o que sabidamente causam muitos transtornos de saúde e até psíquicos.
Portanto, vale lembrar sempre, que todo o cuidado pode ser pouco, assim como nenhum cuidado pode ser fatal. Não esqueça de usar camisinha em todas as relações sexuais, e evitar na medida do possível um maior número de parceiros ou parceiras nessas festas.
Muito mais prudente dizer não agora quando há tempo, do que ouvir um sonoro “NÃO TEM CURA” depois, não se arrisque sem prevenção, sem camisinha não.
Caros internautas, boa diversão neste carnaval e muito cuidado e prevenção, use sempre camisinha e exija o uso pelo seu parceiro. Melhor de tudo é carregar sempre consigo preservativos na bolsa, na carteira, enfim, prevenir é o melhor remédio, esteja preparado e caso se dê bem no carnaval divirta-se protegido. Diversão com Responsabilidade.
Os dados apresentados acima foram extraídos da pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde, em 2009, e são de utilidade pública, estando acessível para quem queira maiores informações nos sites do governo, vale clicar e saber mais.
www.aids.gov.br
www.saude.gov.br
Abraço a todos,
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| Escrito por:César Augusto de Andrade - 13/02/2010 14:50 |
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| A Lição Portuguesa - Paciente ou Criminoso? |
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Tratar o usuário de drogas como paciente, e não como criminoso, reduziu o consumo em Portugal. Isso pode dar certo também no Brasil?
Dez anos separam duas realidades de um mesmo país. Até 2000, Portugal era tomado pela pior epidemia de drogas de sua história – e uma das mais graves da Europa. Hoje, os portugueses orgulham-se de sua bem-sucedida política de descriminalização. Na década de 1990, o país chegou a ter 150 mil viciados em heroína (quase 1,5% da população). Em 2001, o governo português arriscou: descriminalizou a posse individual de todas as drogas, da maconha à heroína. De lá para cá, a polícia portuguesa não prende quem porta pequenas quantidades de droga. No lugar da punição, os usuários flagrados são encaminhados para tratamento. Quando essa decisão foi aprovada pelo Parlamento, temia-se uma explosão no consumo. Mas o que se vê agora é uma queda no uso de todas as drogas e em todas as faixas etárias.
Os números positivos da descriminalização só vieram a público no ano passado, com a publicação de um relatório do Cato Institute. Entre 2001 e 2006, as mortes por overdose caíram de 400 para 290. O registro de pessoas infectadas pelo HIV por compartilhar seringas contaminadas passou de 2 mil para 1.400. Mais importante: Portugal não virou destino para jovens europeus dispostos a se drogar sem que a polícia os incomodasse.
A teoria por trás da "política liberal" de descriminalização se baseou numa premissa humanista: “Você precisa fazer uma escolha entre tratar o usuário como criminoso ou como um paciente que precisa de ajuda”, diz Manuel Cardoso, diretor do Instituto da Droga e da Toxicodependência (IDT). Para a lei portuguesa atual, quem é flagrado usando ou portando pequenas quantidades de droga não responde criminalmente. O limite é uma dose suficiente para dez dias de consumo. Se apanhado pela polícia, no entanto, esse usuário será encaminhado para uma “comissão de dissuasão”. No ano passado, cerca de 7.500 portugueses passaram pelas comissões. Um psicólogo, um advogado e um assistente social avaliam o perfil do usuário e recomendam tratamento ou multa. A penalidade para os traficantes em nada mudou. Quem negocia qualquer tipo de droga vai para a cadeia como um criminoso comum.
A medida pode parecer radical, mas seus efeitos mostram que ela teve êxito ao enfrentar a explosão da droga, iniciada nos anos 70, no embalo das mudanças de comportamento que sacudiram o país com a Revolução dos Cravos. Quando Portugal decidiu mudar sua lei antidrogas, em 2001, a Europa carregava na memória as imagens deprimentes de “zumbis” vagando pela Platzspitz, em Zurique, na Suíça. Lá, o que era para ser uma praça pública para os usuários se drogarem de maneira “segura”, com vigilância médica e seringas limpas, transformou-se num parque de diversões para drogados e traficantes. A Suíça reconheceu o fracasso da medida e fechou a praça em 1992.
A experiência de descriminalização em Portugal não repetiu o fracasso dos suíços. As primeiras estatísticas a chamar a atenção das autoridades portuguesas foram as do sistema de reabilitação dos usuários de drogas. De 1999 a 2008, o número de viciados que passaram por tratamento saltou de 6 mil para 24 mil. Para atender os novos usuários que procuraram a reabilitação, o uso de metadona, uma substância química usada no tratamento de toxicodependentes de heroína, quase triplicou entre 2001 e 2006. “Quando era tratado como criminoso, o usuário ficava no submundo”, diz Cardoso. “É esse o usuário que agora busca tratamento.”
O crescimento da procura pela reabilitação não mostrou nenhuma relação com o aumento do consumo – um dos maiores temores de quem criticara a lei no passado. As estatísticas do IDT mostram que o número de crianças e adolescentes que já experimentaram algum tipo de droga na vida diminuiu em todas as faixas etárias e em todos os tipos de droga. O uso de heroína, um indicador muito sensível para os portugueses que se lembram da epidemia da droga, continuou estável. Entre 2001 e 2007, a porcentagem de pessoas de todas as idades que admitem ter experimentado a droga pelo menos uma vez passou de 1% para 1,1%, uma diferença considerada insignificante pelos estudiosos.
A maconha, droga que já foi consumida por pelo menos 10% dos portugueses acima dos 15 anos, também parece ter saído de moda. Hoje, Portugal está entre os países com um dos menores índices de consumo da droga na Europa. O número impressiona quando comparado, por exemplo, ao consumo de maconha nos Estados Unidos, onde 39% da população acima de 12 anos já consumiu a droga. Proporcionalmente, há mais americanos cheirando cocaína que portugueses fumando “baseados”. Esse tipo de comparação virou argumento poderoso para os defensores da descriminalização. “Portugal é um exemplo que deveria ser cuidadosamente levado em conta por outros países”, escreveu o advogado americano Glenn Greenwald, diretor do Cato Institute e autor da pesquisa sobre a descriminalização.
Greenwald, considerado um dos advogados mais influentes dos EUA, ressalta outra vantagem: o tráfico de drogas parece ter diminuído. O número de traficantes acusados pela Justiça portuguesa diminuiu depois da lei. Em 2000, houve 2.211 acusações. Em 2008, foram 1.327. Se o rigor da polícia e da Justiça portuguesas se manteve inalterado na última década, isso poderia mostrar que a “guerra contra as drogas” defendida pelos Estados Unidos tem uma natureza falha.
Diante de tantas evidências positivas, onde estaria a fragilidade do modelo português? Os números imediatamente apontam para dois problemas: crescimento do uso de cocaína e do número de mortes relacionadas ao uso de drogas a partir de 2006. O governo português diz que existem apenas problemas pontuais, causados por tendências de consumo ou por mudança de metodologia, e que isso não tira sua credibilidade. É nesse ponto que alguns especialistas discordam. Muitos acreditam que Portugal só atingiu tantos resultados porque acompanhou uma onda de diminuição do consumo de todas as drogas verificada na Europa.
Outros críticos dizem que o tamanho de Portugal, com cerca de 10 milhões de habitantes, não serve de parâmetro para determinar se a descriminalização funcionaria, por exemplo, nos Estados Unidos. Todos concordam, pelo menos, que se a experiência da descriminalização em Portugal não ajudou, ela também não atrapalhou, a exemplo da desastrosa experiência de Platzspitz. As únicas certezas empíricas dizem que a distribuição de seringas limpas realmente reduz o número de infectados pelo HIV. Mas ninguém conseguiu entender, por exemplo, por que a Polônia, sem nenhuma política antidrogas digna de menção, tem as taxas de consumo de cocaína mais baixas da Europa.
Os liberais continuam acreditando no bom exemplo português. No começo do ano, um estudo da revista The Economist feito em parceria com as Nações Unidas investigou a relação entre narcóticos e níveis de punição em 17 países. A conclusão do estudo: não existe relação entre as duas coisas. Uma comparação entre dois países opostos no quesito “rigor punitivo”, a liberal Holanda e a rigorosa Suécia, mostrou que a legislação não interferia nos problemas que esses países enfrentavam para tratar os dependentes químicos. Nos EUA, onde imperam as mais duras regras contra o tráfico e o consumo, as drogas continuam um flagelo.
O que a descriminalização das drogas em Portugal tem a ensinar ao Brasil? “Escolher o modelo ideal é uma questão de vontade política e, principalmente, de pragmatismo”, diz Manuel Cardoso. A favor da descriminalização da maconha (e não de sua legalização, que suporia a legitimidade da produção e da venda da droga) estão três ex-presidentes latino-americanos: o brasileiro Fernando Henrique Cardoso, o colombiano César Gaviria e o mexicano Ernesto Zedillo. Há um ano, na Comissão Latino-Americana sobre Drogas e Democracia, exibiu-se o principal argumento desse grupo, um que explica o sucesso de Portugal: os bilhões de dólares que governos gastam prendendo e processando usuários de drogas teriam mais utilidade se destinados a programas de reabilitação. Se é verdade que o tamanho e a cultura de Portugal não traduzem o que poderia acontecer no Brasil, a experiência argentina de descriminalização da maconha, em vigor desde agosto, mostrará a chance de uma política liberal vingar na América Latina. Em Portugal, até agora, parece ter vingado.
E você caro internauta, concorda ou não com essa experiência?
Fonte: Revista Época e G1.com
Abraço a todos,
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| Escrito por:César Augusto de Andrade - 06/02/2010 09:31 |
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| CÂNCER DE PRÓSTATA - parte 1 |
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Câncer é uma palavra alarmante. Muitos homens temem que seus sintomas prostáticos sejam causados por câncer. Na maioria dos casos esse medo é infundado, mas a verdade é que o câncer da próstata é muito comum.
Como muitos outros tipos de câncer, o câncer da próstata pode ser fatal. Entretanto, é uma forma de câncer para qual há muitas formas de tratamentos. Outro ponto a destacar é que ele cresce lentamente e pode não causar grandes danos, especialmente em homens idosos.

A figura acima mostra o desenho anatômico da próstata antes e depois de RTU(cirurgia).
Recentemente os médicos descobriram novas maneiras de detectar o câncer precocemente na próstata. Isto significa que um número maior de homens com câncer na próstata está sendo diagnosticado nos primeiros estágios. Ainda há muita discussão entre os especialistas em câncer sobre se esses testes deveriam ser usados para a investigação da mesma forma que as mulheres são investigadas para o câncer de mama e o câncer cervical.
Não se sabe a razão por que o câncer de próstata é tão comum. Na maioria dos casos não há uma história familiar clara, mas há sim umas das formas da doença que parece acontecer em famílias. Se você teve apenas um parente com a doença, não se preocupe. Entretanto, se dois parentes próximos tiveram a doença, especialmente se quando ainda jovem então você deve avaliar sua próstata de tempos em tempos depois que fizer 50 anos.
Há diferenças em raças e em diferentes partes do mundo, algumas das quais devem ser devidas à dieta ou a fatores ambientais. Por exemplo, o câncer de próstata é pouco comum no Japão, mas japoneses vivendo nos Estados Unidos têm um alto risco de desenvolverem. Isto pode ser devido às diferenças na dieta. Certos tipos de alimentos gordurosos predispõem ao câncer, mas outros produtos, incluindo os derivados da soja, protegem contra ele. Ainda é muito cedo para dar conselhos definitivos, mas, na medida em que vamos entendendo melhor essas diferenças, pode-se chegar a conclusões que permitem um aconselhamento sobre dietas que reduzem o risco de câncer de próstata. Embora recentemente tenha havido alguma preocupação de que a vasectomia aumentasse o risco de câncer na próstata, a maioria dos especialistas agora concorda que isso não é verdade.
Como ele é diagnosticado?
A diferença entre o câncer da próstata e o crescimento benigno (HPB) é que o câncer pode crescer para fora da próstata nos tecidos vizinhos e também pode espalhar-se para outras partes do corpo (metástases), particularmente para os ossos, causando dores e mesmo fraturas. Quando o câncer é a causa dos sintomas prostáticos, estes podem voltar após o tratamento se o câncer cresce novamente. Algumas vezes o câncer na próstata não causa, por si só, nenhum sintoma, e o primeiro sinal da doença podem aparecer em uma outra parte do corpo.
O seu médico pode suspeitar que há um tumor em sua próstata se ela parece dura ou irregular ao toque ou se seu PSA sanguíneo está particularmente elevado. Quando qualquer uma dessas alterações é encontrada, o médico frequentemente irá encaminhá-lo para realizar um rastreamento ultra-sonográfico transretal. Algumas vezes o paciente vai precisar de uma RTUP de qualquer forma devido à gravidade de seus sintomas prostáticos. Como a RTUP remove tecido que pode ser examinado, isso será feito imediatamente se houver uma suspeita de câncer – como uma forma de esclarecer o diagnóstico. Algumas vezes não há suspeita de câncer e ele só é diagnosticado quando o tecido removido durante a operação é analisado por um patologista. Raios-X ou (mais comumente) um exame chamado rastreamento (scan) ósseo vai revelar sobre se houve alguma invasão dos ossos. Isto é realizado injetando-se uma pequena quantidade de uma substância radioativa. Esta é tomada pelas partes onde o osso é ativo e detectado por um rastreador (scanner) especial. Este não é um exame específico para câncer e a tomada pode-se dar por outras condições como artrite, velhas fraturas consolidadas e doenças benignas dos ossos. Um raios-X das áreas anormais pode ajudar. Muito ocasionalmente, pode-se pedir a um cirurgião ortopedista para retirar um pequeno pedaço do osso para exame microscópico.
Como ele é tratado?
Remover ou destruir um crescimento canceroso vai curar a doença, desde que ela não se tenha espalhado. Até recentemente isso era tudo que podia ser feito para a maioria dos cânceres e se já tivesse havido espalhamento (metástase) muito pouco mais seria feito. Entretanto, atualmente há muitos tratamentos disponíveis que podem ser usados para destruir o câncer que se espalhou para outras partes do corpo. Como veremos, o câncer da próstata foi um dos primeiros tipos de câncer para o qual esses tratamentos foram desenvolvidos.
Cirurgia do câncer
A maioria das pessoas espera que o câncer seja tratado pela remoção cirúrgica de todo ou parte do órgão no qual ele ocorre como no câncer de mama nas mulheres, câncer nos testículos, câncer do rim e em muitos outros tipos da doença. Embora um famoso urologista chamado Hugh Hampton Young, trabalhando no The Johns Hopkins Hospital nos Estados Unidos tenha descrito a prostatectomia radical em 1905, a operação que remove toda a glândula prostática é realizada em apenas alguns homens com câncer de próstata. A razão pela qual ela não é comum é que o câncer de próstata pode ser difícil de ser detectado até que cresça para fora da glândula prostática. Uma vez que isso tenha ocorrido, é impossível remover todo o câncer cirurgicamente e assim uma operação não vai curar a doença.

A figura acima mostra como é feito a RTU (utiliza o equipamento cirúrgico através da uretra).
Embora atualmente os médicos possam diagnosticar cânceres em um estágio mais precoce, muitos pequenos cânceres crescem lentamente e podem levar uns dez anos para causar algum distúrbio. Obviamente, para um homem de, digamos, 85 anos, um tumor desses não vai representar perigo e nessa idade ele não suportaria muito bem um grande cirurgia. Por essa razão, a remoção da próstata como um tratamento para o câncer só é feita em homens mais jovens e quando há motivo para acreditar que o câncer vai crescer muito rapidamente. De maneira geral, a operação só é recomendada para homens de menos de 70 anos, embora a idade exata dependa das condições gerais de cada paciente.
Radioterapia
A radioterapia pode destruir pequenos tumores e assim curar o câncer, de modo que é uma alternativa à prostatectomia radical. Ela é indicada para homens que não estão em condições de se submeterem a uma operação e muitos pacientes preferem-na a uma cirurgia. Embora a completa remoção de um tumor numa operação possa parecer mais satisfatório, não há nenhuma prova definitiva de que um tratamento cure a doença melhor do que outro.
A radioterapia também pode ser usada quando a cirurgia não é possível porque o câncer já se espalhou para fora da próstata. Neste caso ela não “cura” o câncer, mas, reduzindo-o, ela vai prevenir que ele cause outros distúrbios e pode diminuir a chance de mais espalhamento.
Esperar para ver
Como muitos tumores não são imediatamente perigosos, alguns pacientes são advertidos de que eles não necessitam de um pronto tratamento. Isso não significa que eles estão sendo negligenciados e é importante que sejam vistos regularmente para realizar exames e certificar-se de que o câncer não está avançando. Se estiver, então se aconselha um tratamento. Algumas vezes o câncer está crescendo tão lentamente que o paciente pode ser liberado da clínica hospitalar, embora deva continuar tendo acompanhamento do clínico-geral.
Prostatectomia radical
Se o câncer está nos primeiros estágios e confinado a glândula prostática e um tratamento recomendado, este vai ser um objeto de discussão quanto à escolha a ser feita. Uma vez que não há concordância quanto ao melhor tratamento para um câncer precoce, o paciente será informado das possibilidades e a ele caberá a última palavra quanto à escolha.
A prostatectomia radical envolve a remoção de toda a glândula prostática. Isso difere das operações para a HPB onde, mesmo a realizada a céu aberto apenas remove a porção aumentada do interior da glândula. A glândula prostática tanto pode ser removida por uma incisão no lado do abdômen, como por baixo, por uma incisão na frente do ânus. Antes ou ao mesmo tempo (possivelmente por uma operação laparoscópica) os nódulos linfáticos ao lado da próstata serão retirados e examinados para verificar se o câncer não se espalhou. A remoção desses nódulos não causa dano. Não havendo câncer neles, a glândula prostática é removida cortando-se a uretra abaixo da próstata e destacando a próstata do gargalo da bexiga, a qual é suturada de volta a uretra. Durante a cicatrização, em torno de duas semanas, deixa-se um cateter no local. Muitos homens recuperam-se dos efeitos imediatos da operação bastante rapidamente, de modo que podem ir para casa em alguns dias, com o cateter, e só voltar ao hospital para a remoção dele.
Quais são as complicações?
O maior problema durante a operação é o risco de sangramento pelas grandes veias em frente à próstata – se isso acontecer vai haver a necessidade de uma transfusão de sangue. Um pouco de urina pode vazar no ponto de sutura entre a bexiga e uretra, mas isso para logo, de maneira geral. Os dois problemas que vão aparecer posteriormente são dificuldade no controle da urina e problemas sexuais.
- Dificuldade no controle da urina – há estreita relação entre os músculos do esfíncter da bexiga e a próstata. A remoção da próstata vai afetar esses músculos. É muito comum ter-se alguma dificuldade em controlar a urina por um dia ou dois depois da remoção do cateter.
O paciente será alertado sobre isso e orientado a fazer exercícios para fortalecer os músculos. Embora a maioria dos homens recobre o controle rapidamente, alguns permanecem com alguma perda involuntária de tempos em tempos, por exemplo, durante exercícios ou na cama à noite, o que os leva a ter de usar uma proteção para não se molharem. Muito ocasionalmente, a perda de urina é mais grave. Se for necessário corrigir esses problema, em uma outra opção, coloca-se um “esfíncter artificial” de plástico, mas isto é pouco comum.
- Problemas sexuais – os nervos necessários para que um homem tenha ereção ficam próximos à próstata. Já se pensou que uma prostatectomia radical quase que inevitavelmente causaria perda de ereção porque esses nervos eram cortados. Atualmente, os cirurgiões sabem mais precisamente onde esses nervos estão e evitam lesá-los sempre que possível. Em todo caso, o cirurgião vai alertar o paciente que talvez ele tenha de cortar esses nervos para remover o tumor completamente. A perda de ereção pode ser tratada, mas, geralmente, são necessárias injeções dentro do pênis. Infelizmente, o novo medicamento sildenafil (Viagra) não funciona após uma prostatectomia radical.
Uma vez que os nervos podem ser machucados facilmente, mas se recuperam, uma perda inicial da ereção pode melhorar dentro de alguns meses. É apenas a ereção que é afetada – o desejo sexual normal e a possibilidade de chegar ao orgasmo devem permanecer inalterados, mas, em matéria de ejaculação, muito pouco será produzido.
No próximo post, traremos a continuação dos tipos de tratamentos e mais informações a respeito da doença.
Abraço a todos, |
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| Escrito por:César Augusto de Andrade - 24/01/2010 23:30 |
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| Enxaquecas |
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Cefaléia é o termo médico utilizado para definir dor de cabeça. Estudos mostram que 90 a 100% das pessoas têm ou terão crises de dor de cabeça ao longo da vida.
A cefaléia pode ser dividida em primária e secundária. Quando é o sintoma de alguma doença, é chamada secundária, como por exemplo, em casos de infecções, aneurismas, tumores cerebrais entre outras situações. Quando a dor é por si só a manifestação principal da doença, é chamada cefaléia primária, como é o caso da enxaqueca.
A enxaqueca é uma doença comum, incapacitante, caracterizada por crises de dor pulsátil e latejante em um lado ou em ambos os lados da cabeça. Uma crise pode durar de 3 horas a 3 dias, podendo ser precedida por alteração de humor, irritabilidade e depressão, alteração do apetite, alterações na visão com sensibilidade à luz, sensibilidade ao barulho, náuseas, vômitos, fraqueza, tontura e diarréia. A enxaqueca é uma das principais causas de incapacidade e perda produtiva no trabalho.
A interação entre enxaqueca e nutrição é um tema amplo e polêmico e existem muitos mitos e verdades sobre o assunto, que serão elucidados a seguir.
Fatores nutricionais desencadeantes da enxaqueca
Os alimentos mais citados pela literatura como desencadeantes da enxaqueca são: doces (açúcar), álcool, adoçantes, glutamato monossódico, nitritos, cafeína e alimentos que contém tiramina. O jejum prolongado é considerado um comportamento alimentar que também pode desencadear o problema.
A suscetibilidade a determinado alimento depende de cada indivíduo, por isso é importante que o paciente preste atenção na alimentação e qual o alimento ocasiona uma crise de enxaqueca.
Vários são os fatores alimentares desencadeantes de crises de enxaqueca, mas muito mais freq-entes são os mitos relacionados a eles.
Os alimentos capazes de desencadear a enxaqueca possuem em sua composição substâncias capazes de provocar alterações no calibre dos vasos sanguíneos do encéfalo, primeiramente diminuindo-os e em seguida aumentado-os. São estas alterações do diâmetro das veias que provocam mudanças na visão e dores de cabeça, ou a enxaqueca clássica.
Doces, açúcar e álcool – quando há um aumento do consumo desses alimentos, pode acontecer hipoglicemia. O organismo reconhece uma “falta” de energia no cérebro para seu funcionamento normal e utiliza outros mecanismos para manter os níveis de glicose cerebral. Um dos mecanismos é o aumento da produção de catecolaminas (gerando vasoconstrição dos vasos sanguíneos), que tem como conseq-ência o aumento da freq-ência cardíaca, da temperatura, irritabilidade e a produção de prostaglandinas que causam vasodilatação e por conseq-ência a enxaqueca.
Adoçantes – Segundo estudos da literatura, o consumo de 30mg de aspartame por dia pode aumentar em até 9% o risco de enxaqueca em indivíduos predispostos.
Glutamato monossódico – tempero muito utilizado nas cozinhas orientais, pode inibir a absorção de glicose por parte das células cerebrais, desencadeando o problema.
Nitritos – utilizados para realçar a coloração e o aspecto dos alimentos, é utilizado em embutidos. Possuem ação vasodilatadora, ocasionando a cefaléia.
Cafeína – está presente no café, chá mate, guaraná, cacau e chocolate. Tem ação vasodilatadora nos vasos sanguíneos do corpo e ação vasoconstritora dos vasos sanguíneos do cérebro.
Tiramina – está presente em queijos amarelos, chocolates, vinagre, bebidas alcoólicas, iogurtes, lentilha, amendoim e sementes, que devem ser evitados por quem tem predisposição à enxaqueca.
Dicas alimentares para evitar episódios de enxaqueca:
- Adequar o consumo de carboidratos, especialmente os carboidratos complexos (cereais, massas, pães, farináceos, etc), já que o cérebro utiliza os nutrientes provenientes destes alimentos como fonte de energia em todas as suas funções.
- É importante acrescentar frutas na dieta, pela maior quantidade de vitaminas, minerais e fibras que possuem, sendo esses nutrientes que atuam no bom funcionamento do organismo.
- O selênio, um mineral envolvido no funcionamento do sistema nervoso central, também pode ser eficiente no controle do problema. O consumo de apenas uma unidade de castanha-do-pará é suficiente para se alcançar às quantidades recomendadas diariamente.
- O fracionamento da dieta deve acontecer com a ingestão de seis pequenas refeições ao dia, evitando os jejuns prolongados, que são considerados causadores de crises de enxaqueca.
- Todas as bebidas alcoólicas podem causar enxaqueca, porém os vinhos tintos são mais prováveis de provocar a dor devido ao seu conteúdo de taninos. Evitar o consumo de várias doses, pois pode aumentar a possibilidade de uma crise de enxaqueca.
- Estudos sugerem que baixos níveis de magnésio facilitariam o desenvolvimento da vasoconstrição que acarretaria a enxaqueca. Portanto é importante ingerir alimentos fontes desse mineral, como as folhas verdes escuras, soja, leguminosas, castanhas, cereais como aveia, arroz integral, pães integrais, carnes, peixes (salmão) e ovos.
- Assim como o magnésio, a vitamina B2 seria eficaz na prevenção e tratamento da enxaqueca. O mecanismo pelo qual estes nutrientes agem na enxaqueca é incerto, mas é possível que ocorra estabilização de membrana celular e melhora da função mitocondrial. As principais fontes de vitamina B2 são leite, queijos (especialmente ricota e requeijão), iogurtes, carnes magras, ovos e vegetais verdes.
Fonte: Hotmail.com
Abraço a todos,
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| Escrito por:César Augusto de Andrade - 13/01/2010 21:16 |
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| Assunto manjado, mas sempre dá o que falar - PARTE 2 |
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Voltando ao tema do título, e continuando o assunto da primeira parte, após ter passado os feriadões de natal e ano novo, onde as estradas ficam cheias de carros, causando congestionamentos em algumas vias, após o balanço das operações realizadas pelas autoridades competentes, lamentavelmente temos notícias tristes e trágicas mais uma vez.
Na estatística divulgada pelo órgão oficial do governo que monitora as vias de rodagens, observa-se que houve um aumento de 4% nos acidentes rodoviários com vítimas fatais, isso sem contabilizar os demais acidentes onde há vítimas ocasionais ou somente danos materiais.
Esse percentual para muitos pode parecer pouco, mas não é. Infelizmente é muito alto, principalmente por que se trata de vidas, de tragédias familiares, de imprudência na maioria dos casos.
O número total de mortos somente nestas duas ocasiões foi de mais de 440, segundo boletim divulgado pelo departamento de trânsito, em todo o Brasil, incluindo aí estradas federais, estaduais, municipais.
Inaceitável, num espaço menor que 10 dias, todas essas vítimas deixaram o convívio de seus familiares, e ficarão registradas como um terrível número, estatisticamente assombroso, causado por muitas imprudências no trânsito, embriaguez ao volante e ultrapassagens indevidas.

Impressionante ainda, é que muitos indivíduos, não se sensibilizam com estes trágicos números. Culturalmente se estabeleceu uma “norma” onde isso “não me diz respeito”, “não foi comigo”, mas na verdade todos somos responsáveis. Esse tipo de notícia é tão corriqueiro, que muitos não dispensam a devida atenção, simplesmente ignoram.
A indisciplina no trânsito, é altíssima devido, na minha opinião, a falta de educação e consciência de todos os cidadãos. Observa-se aí uma falha grave na formação e educação de crianças e jovens. Educação e responsabilidade no trânsito deveriam ser disciplinas obrigatórias desde o ensino fundamental até o final do ensino médio, no mínimo.
Seria necessário uma reforma no sistema educacional brasileiro, onde contemplasse, dentre outras propostas (assuntos para debate em outras ocasiões), a inclusão dessas disciplinas acima citadas. É urgente que se faça essa reflexão. Somente a partir disso poderemos diminuir esses trágicos números, através da educação e conscientização.
Precisamos do maior número possível de pessoas, para que se engajem em ideias desse nível, maior comprometimento dos educadores, da sociedade em geral, dos políticos (aí é um problema, pois estes não tem comprometimento algum com essas questões), para que somando forças possamos transformar a realidade das rodovias brasileiras.
Talvez muitos que lerão esse post, não concordarão com os argumentos, mas isso é democraticamente saudável, uma vez que não estamos generalizando o comportamento dos motoristas. Como escrevi na primeira parte, há sim bons motoristas, cidadãos conscientes com responsabilidade e educação para o trânsito, nem por isto deixam de ser vítimas também.
Ainda hoje acessando o site portela online, podemos ver um exemplo prático de um acidente causado por embriaguez ao volante, segundo informou o próprio site de notícias. Basta acessá-lo no endereço eletrônico www.portelaonline.com.br, e conferir o que estamos escrevendo. Para felicidade do motorista, a sua imprudência e indisciplina trouxe apenas danos materiais contra si, não tendo causado vítimas. Um exemplo absurdo, que não deve ser seguido.
Vale lembrar, direção e bebida alcoólica não combinam. Como sempre, o assunto é manjado mas sempre dá o que falar.
Abraço a todos,
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| Escrito por:César Augusto de Andrade - 10/01/2010 22:04 |
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| Descaso com o dinheiro público |
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Um ano depois chega ao fim a insatisfação de boa parte da população de Americana, a 127 quilômetros de São Paulo. O portal “A Princesa Tecelã”, que custou R$ 790 mil, começou a ser demolido na noite desta quinta-feira (7). A obra, concluída em janeiro do ano passado, foi paga pela prefeitura e pelo Ministério do Turismo.
O portal, que ficou conhecido como o portal da discórdia, desagradou aos moradores com suas duas esculturas de oito metros de altura bastante rechonchudas, desenhadas pelo escultor curitibano Luiz Gagliastri. Elas representavam a força do imigrante e seguravam um arco que fazia alusão a um pedaço de tecido. A cidade de 200 mil habitantes tem forte presença na indústria têxtil.

A Prefeitura de Americana confirmou que a destruição do portal levou em conta uma enquete feita pela internet e também porque, apesar do pouco tempo e do custo, a obra já apresentava infiltrações. Na votação popular organizada pelo Conselho Municipal de Cultura de Americana, 1.150 pessoas votaram. Destas, 1.036 disseram que não gostavam do portal e 617 sugeriram modificá-lo. A pesquisa foi feita, segundo o conselho, para verificar junto à população “muito mais que o incômodo provocado pelos ‘gigantes’, mas, o quanto essa intervenção urbana seja ou não relevante para a população de Americana”.
Fonte:G1
Fácil gastar quase R$ 800 mil quando o dinheiro não é nosso. O prefeito da cidade soube muito bem como fazer isso. Será que essa cidade tem escolas suficientes para seus alunos? Creches de qualidade, moradias para quem dorme na rua? Esse dinheiro seria ou não seria melhor investido nas questões sociais mais graves que assolam os municípios brasileiros?
Abraço a todos,
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| Escrito por:César Augusto de Andrade - 08/01/2010 17:01 |
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| Tragédias Anunciadas |
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Muitos perguntaram, mas o que é esse tal de Cop15 e do que trata? Tentava tratar de assuntos ligados à conservação e diminuição dos danos causados ao meio ambiente. Lamentavelmente fracassou. As negociações serão mais uma, duas ou centenas de vezes retomadas, para quem sabe chegar a algum acordo entre as nações.
Mas, e o que temos nós com esse tal de COP15? Tudo. Essa é a resposta mais lógica para essa pergunta. Explico por que.
Todos nós temos assistido nesta semana imagens avassaladoras na tv. Rios cheios, além do seu leito natural, encostas descendo morro abaixo, deslizamentos, pontes caindo, cidades ficando embaixo d´agua, literalmente, e consequentemente vítimas dessas tragédias naturais, sendo contadas e virando uma triste estatística, a do aumento de mortos e desabrigados causados pelas enchentes.
Tragédias essas anunciadas, não por acaso, a natureza está cobrando a conta dos desmatamentos, da poluição, do lixo jogado nos rios irresponsavelmente, construções irregulares nas encostas, desmatamentos da mata ciliar. Ninguém esperava que fosse acontecer! É a resposta que se ouve muito após esses acontecimentos. Claro que sabíamos, ou melhor, sabemos. É caos na certa, anunciado, mas por poucos compreendido.
É um momento doloroso para quem perde seu ente querido, seu patrimônio, prejuízos enormes, para muitos um trabalho de uma vida levado embora em questões de minutos, segundos em alguns casos. As vítimas têm o direito de chorar suas perdas, isso é inegável, somos humanos, somos sensíveis, mas têm o dever e a responsabilidade de disciplinar-se. Ah, mas a natureza é incontrolável, contra a força dela não há resistência. Claro que sim, mas isso não nos livra de cuidarmos dela como ela merece. Fenômenos naturais vão acontecer sempre, não há como impedirmos isto. O que podemos fazer é tentar diminuir seus efeitos, através de educação e disciplina, consciência, mudança de hábitos.
Devemos continuar jogando lixo nos rios, nas ruas, derrubando a mata ciliar, ocupando as encostas com construções irregulares, muitas vezes com intuito capitalista, de propiciar lucros, criando pousadas, hotéis, áreas de lazer em espaços onde a natureza é deslumbrante e por isso deveria continuar intacta, sem ocupar o seu espaço?
Pior de tudo isso, que em casos de deslizamentos de encostas, muitas famílias, esperarão a “lama” baixar e voltarão a construir suas casas, barracos e assim continuar o ciclo até a próxima tragédia, quando invariavelmente já sabemos o roteiro.
Há que citar também, o descaso público com a manutenção de pontes, estradas, a falta de investimentos de recuperação praticamente não existe, a fiscalização de construções em locais inapropriados é pouco eficiente, espera-se acontecer os dramas da sociedade para usar um dever do Estado, em projeto eleitoral, pela maioria dos políticos. Temos um ano eleitoral pela frente, é muito importante que nós como cidadãos e eleitores estejamos atentos e saibamos usar o peso certo na hora do voto, eliminando esses políticos de ocasião e exercendo com sabedoria o direito do sufrágio universal, o voto.
Somos conscientes que quando se fala em eleições nem sempre vamos acertar, mas vale mesmo a compreensão de que podemos e devemos votar com observação, análise e discussão dos candidatos a governantes, e acima de tudo com responsabilidade.
E o tal COP15? Pois é, as tratativas inicialmente são para diminuir as conseqüências desses danos, discussões em torno disso são postas em pauta, estuda-se alternativas para evitar ou amenizar a fúria da natureza, projetos de recuperação e proteção do meio ambiente. Lamentável saber que entre todas essas pautas, estão interesses econômicos que acabam muitas vezes suplantando os projetos de maior interesse.
Espera-se maior educação, consciência e responsabilidade à população na conservação e preservação da natureza. O pedido de socorro é presente, os sinais são dados, precisamos disciplinarmos.
Abraço a todos, |
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| Escrito por:César Augusto de Andrade - 06/01/2010 21:23 |
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| Quem não $onha com tanto dinheiro? |
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Parece muito, mas quem souber –e gostar- de gastar dinheiro, pode fazer evaporar rapidinho os R$ 150 milhões que a Mega-Sena vai pagar no prêmio a ser sorteado nesta noite. A fortuna praticamente some com a compra de poucos itens. Nos Estados Unidos, uma casa está à venda por R$ 130 milhões; a ilha de Vatu Vara, na Oceania, custa R$ 69 milhões, e um quadro de Jackson Pollack custa R$ 140 milhões na França. No Brasil também são encontrados preços exorbitantes, como um helicóptero de R$ 54 milhões e apartamento que custam mais de R$ 10 milhões.

Se o vencedor decidir morar em São Paulo, vai poder optar por carros e helicópteros para passear. Por causa do trânsito caótico e das chuvas que inundaram a cidade nas últimas semanas, talvez a segunda alternativa seja melhor. O modelo Global 5.000 custa R$ 54 milhões (US$ 31 milhões), mas o site Black Card, que faz a negociação, disponibiliza outros modelos que vão desde R$ 557 mil (US$ 320 mil). Assim, se o vencedor quiser presentear alguém com um helicóptero, vai economizar bastante.
A cobertura Duplex Pallazo Piemonte, no bairro Jardim América, área nobre da capital paulista, vale R$ 11,7 milhões. São dois andares, 787m2 de área útil e 971m2 de área total, quatro suítes, seis vagas na garagem e duas dependências de empregada. Um outro apartamento paulistano, dessa vez no Morumbi, vale R$ 10 milhões. É mais barato e maior, já que tem 1.223 metros quadrados. Os dois também são vendidos pelo Black Card.
Segundo a Caixa Econômica Federal, que realiza o sorteio, o ganhador pode comprar 31 ilhas no litoral brasileiro como as existentes em Parati (RJ), frota de 6 mil carros populares ou 30 mil motos de 125 cc. E, se aplicar na poupança, o rendimento mensal dos R$ 150 milhões vai ser em média R$ 750 mil por mês.
Na hipótese de o sorteado ter maior desapego emocional e não se importar em deixar o Brasil vai conseguir encontrar uma casa de tamanho razoável para levar a família (se não quiser fugir de todo o mundo). Em Orange County, na Califórnia, uma casa está à venda por R$ 130 milhões (US$ 75 milhões). Preço um pouco salgado, mas o imóvel tem 8 quartos, 10 banheiros e vista para o mar. Os corretores podem ser encontrados pelo site Luxury Real State.
O site World Most Expensive Things (As coisas mais caras do mundo) traz outras ofertas para o novo milionário que o Brasil vai ter nesta noite. A ilha de Vatu Vara, no arquipélago das Ilhas Fiji, está livre por R$ 69 milhões (US$ 40 milhões); a Ferrari 962 Ferrari 330 TRI/LM Testa Rossa Spyder, um dos primeiros veículos de corrida que a empresa italiana fez, não sai por menos de R$ 16,11 milhões (US$ 9,25 milhões). O livro “Gospels of Henry the Lion” escrito no ano 1.188 por monges beneditinos vale R$ 20 milhões (US$ 12 milhões).
O site francês Luck Blog Notes é especializado na negociação de quadros. O mais caro é uma obra de Jackson Pollack, artista ícone do expressionismo abstrato e morto em 1956, à venda por R$ 243 milhões (US$ 140 milhões).
Realmente oportunidades não vão faltar para o novo milionário brasileiro. Mesmo se mais de uma pessoa ganhar o prêmio, o pagamento ainda vai ser alto. Mas, se ninguém acertar, todos esses luxos vão continuar ocupando espaço apenas na imaginação dos brasileiros.
Fonte: R7.com
Abraço a todos,
Ótimo ano de 2010! Que os seus sonhos se realizem, ainda mais com esse dinheiro todo!
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| Escrito por:César Augusto de Andrade - 31/12/2009 19:07 |
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| Assunto manjado, mas sempre dá o que falar – PARTE 1 |
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Olá pessoal, estamos num momento de intensas agitações, comemorações, visitas de familiares distantes, euforia e, ...imprudências. Imprudências? Sim, imprudências!
Muito bom estarmos em festa, revendo amigos, viajando, mas muito importante mesmo é a segurança. Segurança na estrada, nas festas, em casa.
O assunto é manjado, mas sempre dá o que falar. Quem não presenciou, ouviu relatos, ou ainda esteve envolvido em acidentes, tragédias, nessa época do ano? Muitos de nós já vivenciou todas essas desagradáveis histórias. Ou foi um amigo, um vizinho, um parente, alguma pessoa próxima de nós, sempre muito chocante quando sabemos da notícia.
Mas afinal, do que estamos falando mesmo? Ah sim, o assunto manjado.
Assistindo o telejornalismo nas Tv´s brasileiras, em qualquer canal e horário, ouvimos sempre, repetidas vezes, manchetes do tipo: Acidente em rodovia...., Embriaguez causa tragédia..., Ultrapassagem indevida provoca....., Explosão de fogos de artifício deixa uma pessoa...., e por aí vai, uma infinidade de tragédias que são provocadas por IMPRUDÊNCIA.
Os motoristas na estrada, se encapsulam dentro de seus carros, como se estivessem super protegidos, e apartir disso, pé na tábua, vamos lá, eu tenho que chegar tal hora, preciso chegar à frente de..., ah vou aproveitar essa ultrapassagem e vou completar a fila, bah, hoje temos uma “festona” e vamos entornar o caneco, mas eu vou dirigindo, capaz, só tomei duas cervejinhas e uma vodka, não dá nada, imagina. Quem ainda não presenciou esse tipo de conversa?
Enquanto isso, famílias inteiras podem ser destruídas pela irresponsabilidade desse “naipe” de motorista. Ultrapasso por aqui, a faixa é contínua, mas não dá nada, e de repente, crash...pow...sssssss.

Essa foto foi baixada direto do Google imagens.
Um barulho ensurdecedor, um estrondo, e lá está muitas vítimas dessa imprudência, algumas delas fatais, outras apenas momentâneas, muitas também sequeladas para toda a vida. Aquele copinho de cerveja, causou tudo isso, e o pior, se o motorista embriagado que causou este acidente, sobreviver, ele irá, tão logo seja possível, repetir a dose e fazer novamente da mesma forma.
Parece incrível, mas não é! Infelizmente acontece dessa maneira.
Lendo os jornais desta semana, fiz uma constatação inacreditável, em apenas 4 dias de feriadão, morreram somente nas estradas gaúchas, estaduais ou federais, 25 pessoas vítimas da brutalidade do trânsito. Todas elas, envolvidas em algum tipo de colisão, capotagem, ultrapassagem em local proibido, embriaguez ao volante.
Sim, morreram bons motoristas também, isso é cruel, pois a tragédia não pune somente os imprudentes, ela vitima a todos, passageiros, pedestres, motoristas, transeuntes, policiais rodoviários, equipes de socorro.
Tragicômico é você assistir reportagens, cujo tema é ocorrência de acidentes, quando motoristas são abordados pelos policiais rodoviários, e constata-se que estão sob efeito de álcool, no momento em que são solicitados a realizarem o teste do etilômetro, conhecido popularmente como “bafômetro”, as reações são cômicas. Outro dia, vendo uma dessas reportagens, o motorista que acabara de se envolver em um acidente, pegava o equipamento do policial e fazia a simulação de um copo cheio de algum líquido “precioso”, tentando tomá-lo. Simplesmente ele virava o copo em direção a boca, como se realmente estivesse bebendo com os amigos. Uma cena impressionante, tragicômica.
A imagem era triste, mas engraçada do ponto de vista do estado do motorista. Em certos momentos, até mesmo o policial ria da situação, fiquei estarrecido, mas lamentavelmente, estava acontecendo.
Você que está saindo para viajar, não esqueça de tomar todos os cuidados necessários, e lembre-se que bebida e direção não combinam. O assunto é manjado, mas sempre dá o que falar.
Abraço a todos,
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| Escrito por:César Augusto de Andrade - 29/12/2009 21:29 |
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| Cuidado com o que você diz!! |
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Veja que conclusões.
"No futuro, os computadores não pesarão mais do que 1,5 tonelada" * Popular Mechanics, prevendo uma evolução da ciência, 1949
"Penso que há talvez no mundo um mercado para 5 computadores" * Thomas Watson, presidente da IBM, 1943
"Viajei por todos os lados neste país, e posso Assegurar-lhes que processamento de dados é uma ilusão que não perdura até o fim do ano" * O editor Encarregado de livros técnicos da Prentice Hall, 1957
"Tá bom, mas ... para que serve?" * Engenheiro da Divisão de Sistemas de Computação Avançada da IBM, em 1968, comentando sobre o microchip.
"Não há nenhuma razão para que alguém queira ter um computador em casa" * Ken Olson, presidente e fundador da Digital Equipment Corp, 1977
"Este telefone tem" inconvenientes demais para ser seriamente considerado um meio de comunicação. Esta Geringonça não tem nenhum valor para nós " * Memorando interno da Western Union, 1876.
"A caixa de música sem fio não tem nenhum valor comercial IMAGINÁVEL. Quem pagaria para ouvir uma mensagem enviada uma em ninguém em particular?" * Sócios de David Sarnoff em uma resposta sua consulta urgente sobre investimentos em rádio nos anos 20.
"O conceito é interessante e bem estruturado, mas para merecer uma nota melhor do 5, a idéia Deveria ser viável" * Um professor da Universidade de Yale em Resposta a uma tese de Fred Smith propondo um serviço confiável de malote. (Smith viria um ser o fundador da Federal Express Corp)
"Quem se interessaria em ouvir os atores falar?" * H.M. Warner, Warner Brothers cinema mudo, no auge do, 1927.
"Estou feliz por ser o Clark Gable a quebrar a cara e não o Gary Cooper". * Gary Cooper, a respeito de sua decisão de não interpretar o papel principal em "... EO Vento Levou"
"Nós não gostamos do som deles, e música de guitarra está em franco desaparecimento" * Decca Recording Co., ao Rejeitar os Beatles, 1962.
Mais "Máquinas pesadas do que o ar são impossíveis" * Lord Kelvin, presidente da Royal Society, 1895.
"Se eu tivesse pensado a respeito disso, eu não teria feito a experiência. A literatura está cheia de exemplos mostrando que isso não pode ser feito" * Spencer Silver, a respeito de seu projeto que culminou com os adesivos "Post-It" da 3M.
"Então nós fomos para um Atari e dissemos: 'Hei, nós fizemos essa coisa engraçada, construída com algumas peças de vocês; o que vocês acham de nos financiar? Ou então nós a damos para vocês. Nós só queremos Produzi-la. Paguem Nós nossos salários e nós trabalharemos para vocês '. E eles disseram' não '. Então nós fomos para um Hewlett-Packard, e eles disseram:' não queremos vocês. Vocês nem terminaram a faculdade ' ". * Steve Jobs, fundador da Apple Computer Inc., na tentativa de atrair o interesse da Atari e da HP no computador pessoal Projetado por ele e por Steve Wozniak's.
"O professor Goddard não conhece a relação entre ação e reação ea Necessidade de ter algo melhor do que o vácuo contra o qual REAGIR. Ele parece não ter o conhecimento básico ensinado diariamente em nossas escolas secundárias" * Editorial do New York Times em 1921 a respeito do estudo revolucionário de Robert Goddard sobre os foguetes.
"Broca para petróleo? Você quer dizer furar o chão para encontrar petróleo? Você está louco" * Operários que Edwin L. Drake tentou contratar para seu projeto de prospecção de petróleo em 1859.
"A bolsa alcançou um teto que parece permanente" * Irving Fisher, Professor de Economia, Yale University, 1929.
"Aviões são brinquedos interessantes mas sem nenhum valor militar" * Marechal Ferdinand Foch, Professor de estratégia, Ecole Supérieure de Guerre, Paris.
"Tudo que podia ser inventado já o foi" * Charles H. Duell, Diretor, Departamento de Patentes dos Estados Unidos, 1899.
"A teoria dos germes de Louis Pasteur é uma ficção ridícula" * Pierre Pachet, Professor de Fisiologia em Toulouse, 1872
"640 K é mais do qualquer um que suficiente para" * Bill Gates, 1981
Muito Cuidado com as coisas que são ditas! Elas pueden acontecer!
Abraço a todos,
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| Escrito por:César Augusto de Andrade - 24/12/2009 01:18 |
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| Dicas para dar um "UP" no seu PC |
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Olá pessoal, estou postando algumas dicas para melhorar o desempenho de seu PC, que podem ser configuradas seguindo as instruções a seguir. Em alguns PC´s não será possível realizar todos os passos mencionados por várias questões como tipo de equipamento, sistema operacional, softwares instalados, versões mais antigas de máquinas, etc.
Essas dicas foram retiradas do site G1.com.br, na coluna de um especialista em informática, a saber Fernando Panissi.
Espero que seja útil para quem quiser aproveitar essa dica.

DESEMPENHO DO SISTEMA
Iniciar – Painel de Controle
Sistema
Aba avançado
Opção desempenho, configurações
Efeitos visuais – desabilite menos importantes ( se quiser melhor desempenho, desabilite todos.
Desabilite desktop offline
Iniciar – painel de controle – vídeo
Área de trabalho
Aba web – botão propriedades
Desabilite o item Tornar esta página disponível offline.
Ok
Volte a aba geral
Desabilite o campo executar assistente para limpeza cada 60 dias.
Iniciar
Configurações
Painel de controle
Adicionar/remover
Adicionar/remover componentes do windows
Desmarque todos
Remover outlook express
Windows messenger ( o novo é windows live messenger, este não remova)
Fax (se habilitado)
Internet Information Services
Avançar até concluir
Reiniciar o computador
Após
Iniciar
Programas
Acessórios
Ferramentas do sistema
Limpeza do disco
Ok
Abraço a todos!
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| Escrito por:César Augusto de Andrade - 21/12/2009 23:45 |
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| Música do Bee Gees pode salvar vidas, dizem médicos americanos. |
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Navegando pela internet, vejam o que encontrei, achei interessante e resolvi dividir com todos. As instruções a seguir tem caráter meramente lúdico, e não devem ser usadas como forma de reanimação.
'Stayin' Alive', hino dos anos 70, tem ritmo de massagem cardíaca. Maioria dos americanos tem medo de fazer procedimento.
Médicos americanos especializados em atendimento de emergência descobriram que a música “Stayin’ alive’, da banda britânica Bee Gees, tem o ritmo perfeito para ser seguido durante procedimento de massagem feito em vítimas de ataque cardíaco”.
De acordo com o manual da American Heart Association, as compressões no peito da vítima devem ser feitas, durante o procedimento de receptação cardiopulmonar, em um ritmo de 100 vezes por minuto. O ritmo do refrão de "Stayin' alive" é de 103 batidas por minuto.
A ressuscitação cardiopulmonar, conhecida pela sigla em inglês "CPR", é uma técnica que consiste em compressões no peito do paciente vítima de ataque cardíaco e respiração boca-a-boca. É utilizada em emergências como parada cardíaca ou respiratória.
Segundo a associação americana, o procedimento de CPR aumenta em três vezes a chance de sobrevivência de um paciente com parada cardiorrespiratória, mas boa parte das pessoas tem medo de utilizá-lo por não saber qual o ritmo ideal das massagens cardíacas.
Em um estudo conduzido pelo cardiologista David Matlock, da faculdade de medicina da Universidade de Illinois, constatou-se que aqueles que realizavam o CPR ao som da música dos Bee Gees conseguiam acertar o ritmo das massagens.
Bom sábado a todos! |
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| Escrito por:César Augusto de Andrade - 19/12/2009 00:04 |
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| COP 15 termina em Copenhague em clima de frustração |
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Ao contrário do que muitos esperavam, terminou em Copenhague, o encontro dos líderes mundiais, onde discutiam a redução dos gases-estufa, sem um documento final onde esteja definidas as metas de cada país participante, tudo acertado, mas nada definido.
Especialistas pelo mundo afora, já aguardavam o desfecho sem grandes expectativas, uma vez que os países ricos, não se comprometem com esses assuntos, por uma questão de conveniência, pois desta forma não precisam desacelerar suas indústrias, nem tão pouco financiar projetos ambientais de redução de emissão de gases poluentes na atmosfera.
O clima é de decepção entre os principais participantes, dentre eles o Brasil, onde o presidente Lula, saiu do encontro muito irritado e não falou com a imprensa, percebendo que o seu carisma não é tão abrangente quanto se imaginava, já que não conseguiu emplacar o seu discurso diante do mundo.
O COP 15 ficou sem a devida credibilidade que merecia, quando o presidente dos EUA, Barack Obama, não prestigiou o evento, não emprestando sua popularidade e sua “star” mundial aos demais líderes, quando decidiu participar apenas no último dia do encontro. Isso já mostra claramente que a potência norte-americana não está tão interessada em ajudar a resolver essa questão fundamental para a sustentabilidade do Planeta.
O Basic, grupo de países formados por Brasil, África do Sul, Índia e China, principais articuladores do encontro, fecharam um acordo entre si, com planos definidos, no entanto sem metas claras estabelecidas, o que emperra as ações como um todo ao redor do mundo. Alguns integrantes desse grupo mesmo, por exemplo, China, não estabelece metas por entender que isso atrapalharia o seu crescimento, que nos últimos anos tem sido acelerado e em percentuais acima de muitos países bem desenvolvidos, suas alegações, no entanto, não são bem fundamentadas e acabam caindo por terra, no momento em que se observa o cenário mundial de crescimento e percebe-se que a China, um dos países com maior emissão de gases-estufa, também entrou em recesso econômico, assim como a maioria das economias mundiais.
As frustrações em eventos desse nível, vem se sucedendo com muita frequência, desde a ECO 92, realizada no Rio de Janeiro, onde muitas metas e planos foram traçados, mas pouca coisa saiu do papel na prática, esvaziando o objetivo do documento final.
Como publicado no portal de um grande veículo de comunicação nacional, onde o presidente francês fala que “Copenhague mostrou ao mundo os limites de um esgotado sistema da Organização das Nações Unidas". Pela sua influência no mundo, Sarkozy, sabe o que está dizendo, tanto que os demais líderes não contestaram arduamente suas palavras.
Mesmo assim, nós como cidadãos do Planeta, devemos continuar fazendo a nossa parte, e quem ainda não faz a sua, está na hora de começar.
Um abraço a todos! |
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| Escrito por:César Augusto de Andrade - 18/12/2009 23:19 |
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| Tags: Redução de gases-estufa, cop 15 |
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| Texto de Claudio de Moura e Castro |
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Educar é contar histórias
"Bons professores eletrizam seus alunos com narrativas interessantes ou curiosas, carregando nas costas as lições que querem ensinar”.
De que servem todos os conhecimentos do mundo, se não somos capazes de transmiti-los aos nossos alunos? A ciência e a arte de ensinar são ingredientes críticos no ensino, constituindo-se em processos chamados de pedagogia ou didática. Mas esses nomes ficaram poluídos por ideologias e ruídos semânticos. Perguntemos quem foram os grandes educadores da história. A maioria dos nomes decantados pelos nossos gurus faz apenas "pedagogia de astronauta". Do espaço sideral, apontam seus telescópios para a sala de aula. Pouco enxergam, pouco ensinam que sirva aqui na terra.
Tenho meus candidatos. Chamam-se Jesus Cristo e Walt Disney. Eles pareciam saber que educar é contar histórias. Esse é o verdadeiro ensino contextualizado, que galvaniza o imaginário dos discípulos fazendo-os viver o enredo e prestar atenção às palavras da narrativa. Dentro da história, suavemente, enleiam-se as mensagens. Jesus e seus discípulos mudaram as crenças de meio mundo. Narraram parábolas que culminavam com uma mensagem moral ou de fé. Walt Disney foi o maior contador de histórias do século XX. Inovou em todos os azimutes. Inventou o desenho animado, deu vida às histórias em quadrinhos, fez filmes de aventura e criou os parques temáticos, com seus autômatos e simulações digitais. Em tudo enfiava uma mensagem. Não precisamos concordar com elas (e, aliás, tendemos a não concordar). Mas precisamos aprender as suas técnicas de narrativa.
Há alguns anos, professores americanos de inglês se reuniram para carpir as suas mágoas: apesar dos esplêndidos livros disponíveis, os alunos se recusavam a ler. Poucas semanas depois, foi lançado um dos volumes de Harry Potter,Harry Potter para ensinar até física. De fato, educar é contar histórias. Bons professores estão sempre eletrizando seus alunos com narrativas interessantes ou curiosas, carregando nas costas as lições que querem ensinar. É preciso ignorar as teorias intergalácticas dos "pedagogos astronautas" e aprender com Jesus, Esopo, Disney, Monteiro Lobato e J.K. Row-ling. Eles é que sabem. vendendo 9 milhões de exemplares, 24 horas após o lançamento! Se os alunos leem J.K. Rowling e não gostam de outros, é porque estes são chatos. Em um gesto de realismo, muitos professores passaram a usar
Poucos estudantes absorvem as abstrações, quando apresentadas a sangue-frio: "Seja X a largura de um retângulo...". De fato, não se aprende matemática sem contextualização em exemplos concretos. Mas o professor pode entrar na sala de aula e propor a seus alunos: "Vamos construir um novo quadro-negro. De quantos metros quadrados de compensado precisaremos? E de quantos metros lineares de moldura?". Aí está a narrativa para ensinar áreas e perímetros. Abundante pesquisa mostra que a maioria dos alunos só aprende quando o assunto é contextualizado. Quando falamos em analogias e metáforas, estamos explorando o mesmo filão. Histórias e casos reais ou imaginários podem ser usados na aula. Para quem vê uma equação pela primeira vez, compará-la a uma gangorra pode ser a melhor porta de entrada. Encontrando pela primeira vez a eletricidade, podemos falar de um cano com água. A pressão da coluna de água é a voltagem. O diâmetro do cano ilustra a amperagem, pois em um cano "grosso" flui mais água. Aprendidos esses conceitos básicos, tais analogias podem ser abandonadas.
É preciso garimpar as boas narrativas que permitam empacotar habilmente a mensagem. Um dos maiores absurdos da doutrina pedagógica vigente é mandar o professor "construir sua própria aula", em vez de selecionar as ideias que deram certo alhures. É irrealista e injusto querer que o professor seja um autor como Monteiro Lobato ou J.K. Rowling. É preciso oferecer a ele as melhores ferramentas – até que apareçam outras mais eficazes. Melhor ainda é fornecer isso tudo já articulado e sequenciado. Plágio? Lembremo-nos do que disse Picasso: "O bom artista copia, o grande artista rouba ideias". Se um dos maiores pintores do século XX achava isso, por que os professores não podem copiar? Preparar aulas é buscar as boas narrativas, exemplos e exercícios interessantes, reinterpretando e ajustando (é aí que entra a criatividade). Se "colando" dos melhores materiais disponíveis ele conseguir fazer brilhar os olhinhos de seus alunos, já merecerá todos os aplausos.
Claudio de Moura Castro é economista claudio&moura&castro@cmcastro.com.br |
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| Escrito por:César Augusto de Andrade - 15/12/2009 22:39 |
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| Conversas & Controvérsias |
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Olá, quero agradecer a todos os internautas que acessaram o nosso blog, continuem dando a sua espiadinha, muitos temas interessantes estarão sendo postados durante essa semana.
Continuamos acompanhando o COP15, onde líderes de todo o mundo, encontram-se reunidos com o objetivo de encontrar as melhores soluções para salvar o Planeta do caos que se aproxima. Como sabemos, o maior problema é a divergência de prioridades, e também o tempo, já que as decisões devem ser imediatas e os resultados esperados são a médio e longo prazos.
Enquanto isso, vamos começar a fazer a nossa parte como cidadãos desse planeta, a começar por não jogar esse papel de bala que você acaba de desenrolar aí na sua mão, no chão da sua casa, ou na escola, ou onde você estiver, pelo contrário, leve-o até o lixo mais próximo, afinal isso não lhe custa nada, e a sua parte você já começou a fazer, é só continuar e difundir essa consciência.
Parece muito óbvio fazer isso, ou então "saber isso", o mais importante é a consciência que você desperta em você mesmo e assim começar a lembrar, "uma vez que você já sabia disso", que lugar de lixo é no lixo, que garrafa pet não precisa ser jogada no riacho, na rua, que um papel de bala sozinho não polui, mas um milhão deles faz muita diferença na natureza.
Se você disser que só você, sozinho, só a sua atitude não vai salvar o mundo, você está absolutamente certo, mas se você lembrar que a sua atitude, mais a minha, mais a da sua família, mais de um milhão de pessoas, somadas isso sim faz uma enorme diferença. Precisamos começar por nós, e assim espalhamos para os demais moradores da sua rua, da sua cidade, do seu estado, e por aí vai.
Se você quiser jogar esse papel de bala no chão pode jogar, mas se você antes de jogar pensou um pouco, e mesmo assim jogou, você já está tendo consciência dessa atitude, isto já é importante, é assim que começa.
Abraço a todos! |
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| Escrito por:César Augusto de Andrade - 15/12/2009 21:56 |
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Sem Categoria |
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